Tá reagendado. Depois de pagar uma singela taxa, eu marquei a minha próxima parada em São Paulo para o dia 17 de Setembro. 17 de Setembro aí, porque daqui eu saio dia 15...
Duas semanas de férias em São Paulo, congresso no Chile (espero) e nascimento da Ervilha, cujo nome eu espero que seja Ervilha se for menina ou Grão de Bico se for menino.
Isso se o meu futuro experimento cooperar desta vez, claro.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Sophie
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Sophie, ou Sophinha é a gata que é que nem a Sofia, só que australiana.
Ela é preta, tem os olhos verdes, é peluda e adora carinho. Ela é do meu vizinho, então está sempre na porta de casa, e quando eu chego, falo pra ela: "So-fi-nha..."; e ela já deita, se esfrega na calçada e vira de barriga pra cima!
Este post é dedicado especialmente à Carol.
Sorte, finalmente!
Ontem depois do trabalho, eu estava com a cabeça cheinha de números, totalmente confusa porque os meus dados que eu queria que dessem numa linha reta inclinada pra baixo ficaram totalmente maluquinhos e foram pra todos os lados. Os gráficos até que ficaram bonitos, cheios de picos e 300 linhas de cores diferentes, mas pro trabalho é péssimo.
Aí o Bruno da Ana me perguntou se eu não queria ver uma apresentação de jazz perto de casa, e como eu precisava esvaziar os pensamentos, resolvi ir. Foi bem legal, um jazz meio maluco, mas legal, e no intervalo passou uma senhora vendendo rifas, 5 por 3 dólares. Eu dei 2 dólares e ele deu 1. A gente ganhou! Ganhamos dois toblerones e um CD de Jazz. Eu fiquei com um Tobler e o CD e dei o outro chocolate pra ele. Ele vai gravar o CD no computador de qualquer forma também.
Engraçado é que da outra vez que ele foi nesse lugar, que foi só ele e a Ana, eles também ganharam; ganharam dois ingressos pra um show, que como era depois da Ana ter voltado pro Brasil, eu fui ver!
Tomara que seja uma onda de sorte, e não só um acontecimento puntual.
Aí o Bruno da Ana me perguntou se eu não queria ver uma apresentação de jazz perto de casa, e como eu precisava esvaziar os pensamentos, resolvi ir. Foi bem legal, um jazz meio maluco, mas legal, e no intervalo passou uma senhora vendendo rifas, 5 por 3 dólares. Eu dei 2 dólares e ele deu 1. A gente ganhou! Ganhamos dois toblerones e um CD de Jazz. Eu fiquei com um Tobler e o CD e dei o outro chocolate pra ele. Ele vai gravar o CD no computador de qualquer forma também.
Engraçado é que da outra vez que ele foi nesse lugar, que foi só ele e a Ana, eles também ganharam; ganharam dois ingressos pra um show, que como era depois da Ana ter voltado pro Brasil, eu fui ver!
Tomara que seja uma onda de sorte, e não só um acontecimento puntual.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Ano do Tigre
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Este final de semana, além de ser Carnaval, foi o reveillon do ano chinês. Deixou de ser o Ano da Vaca para ser o Ano do Tigre. Supostamente força e coragem. Vai ser o ano também do nascimento da ervilha do Fê e da Dani, que já foi constatado que é maior que uma ervilha agora, mas ainda não tem outro nome para ser chamado. Ervilha será, segundo os chineses, um líder nato, com gosto pelo poder e por gastar dinheiro. Pode ser que mude de profissão algumas vezes por causa do excesso de criatividade, que no geral, é uma coisa boa. Mas isso realmente parece uma combinação de características do Fê e da Dan, então não sei se a gente vai poder culpar o tigre mesmo...
Rolaram umas festas perto de casa, com tambores e fogos de artifício (ilegais). Eu comemorei construindo um canteiro no meu quintal. Ano novo, canteiro novo. Vai ser bom para eu mexer na terra, ser um pouco obrigada a ficar do lado de fora de casa ao invés de ver tevê, e para ver os tomates, pimentas, pimentões, beringelas e outras coisas mais crescerem e depois virarem comidas deliciosas.
Então são essas as fotos que eu coloquei. O muro que eu construí com os tijolos abandonados, e depois eu enchi o buraco com areia, o que provocou uma certa calosidade nas minhas mãos (e a descoberta de que aquele espaço tinha sido usado no passado para jogar o lixo de madeira da obra; e a segunda descoberta de que não tem bicho NENHUM no solo), e aí no domingo, Valentine's Day, eu e o Troy terminamos o trabalho juntos, ele colocou a irrigação subterrânea e a gente foi junto na loja porque eu não entendo muito de como plantar em areia, e ele escolheu os produtos e aí a gente voltou pra casa e cobriu o a areia com "corretor de solo" e richgro, que é tipo um fertilizante em formato de ração de coelho. Já plantei 8 pés de tomate cereja! Vou tentar colocar mais coisas durante esta semana pro solo não ficar muito exposto.
Eba! Brincar de fazendinha!
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Tranco
Depois de voltar de Rottnest o Bruno (o primeiro Bruno, namorado da Ana) me disse que eles ganharam dois ingressos para um show de jazz, mas como a Ana foi embora ele queria saber se eu não podia ir com ele, e eu fui, e foi super legal, porque o palco era do lado do rio, só que de costas para o rio, de forma que atrás da banda tinham todos os prédios altos da cidade iluminados. Foi bacana!
Aí voltando pra casa eu contei da bateria arriada e como o carro dele é totalmente zoado ele tinha os cabos para dar uma carga na minha bateria. Aí deu certo e eu fiquei super contente que não teria que chamar o RAC de manhã. Dei umas voltas no quarteirão para carregar e entrei e fui dormir.
Aí hoje de manhã eu e o outro Bruno (o que está em casa temporariamente) estávamos saindo pra ir pra faculdade e o carro nhé-nhé-nhé... Obviamente eu não dirigi o suficiente pra carregar a bateria, e aí já pensei que ia ter que chamar o seguro mesmo e que ia demorar e tal, e o Bru simplesmente falou: vamos fazer pegar no tranco! Eu nunca tinha feito isso e fiquei meio preocupada com a técnica e queria ler um manual de pegar no tranco, mas ele começou a empurrar o carro, mandou eu engatar a segunda e ligar e pronto! E funcionou! Fácil assim!
Agora quando eu estiver meio cansada e sem conseguir pensar vou sair correndo numa descida e chacoalhar a cabeça até o cérebro dar a partida. Agora que eu vi como funciona, quero usar o tranco mais!
Aí voltando pra casa eu contei da bateria arriada e como o carro dele é totalmente zoado ele tinha os cabos para dar uma carga na minha bateria. Aí deu certo e eu fiquei super contente que não teria que chamar o RAC de manhã. Dei umas voltas no quarteirão para carregar e entrei e fui dormir.
Aí hoje de manhã eu e o outro Bruno (o que está em casa temporariamente) estávamos saindo pra ir pra faculdade e o carro nhé-nhé-nhé... Obviamente eu não dirigi o suficiente pra carregar a bateria, e aí já pensei que ia ter que chamar o seguro mesmo e que ia demorar e tal, e o Bru simplesmente falou: vamos fazer pegar no tranco! Eu nunca tinha feito isso e fiquei meio preocupada com a técnica e queria ler um manual de pegar no tranco, mas ele começou a empurrar o carro, mandou eu engatar a segunda e ligar e pronto! E funcionou! Fácil assim!
Agora quando eu estiver meio cansada e sem conseguir pensar vou sair correndo numa descida e chacoalhar a cabeça até o cérebro dar a partida. Agora que eu vi como funciona, quero usar o tranco mais!
Summer School
Acabei de voltar de un congressinho da faculdade, em que toda a galera da botânica vai pra Rottnest pra dar palestras de 10 minutos e conhecer as pessoas que trabalham na mesma área. Foi intenso. Domingo segunda e terça, com palestra atrás de palestra, e eu estava no comitê da alimentação ainda por cima, e ao invés de relaxar na hora do café e do almoço, eu tinha que ajudar a preparar as coisas e depois limpar tudo!
Umas 70 palestras depois (sem brincadeira, foram mesmo umas 70), tivemos a quarta de manhã livre. Fui andar de bicicleta pela ilha e fazer scuba, e vi um monte de peixes de todas as cores e todos os tamanhos, e um polvo também, além dos corais, pepinos do mar e anêmonas e tal. Minha amiga viu uma raia, mas eu já tinha voltado pra areia, porque tava bem frio o mar.
Foi legal. Estou cansada. Meu carro tá sem bateria e eu tenho que chamar o seguro pra recarregar. Preguiça...
Umas 70 palestras depois (sem brincadeira, foram mesmo umas 70), tivemos a quarta de manhã livre. Fui andar de bicicleta pela ilha e fazer scuba, e vi um monte de peixes de todas as cores e todos os tamanhos, e um polvo também, além dos corais, pepinos do mar e anêmonas e tal. Minha amiga viu uma raia, mas eu já tinha voltado pra areia, porque tava bem frio o mar.
Foi legal. Estou cansada. Meu carro tá sem bateria e eu tenho que chamar o seguro pra recarregar. Preguiça...
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Trabalho
De vez em quando, muito.
As minhas mãos estão até se dissolvendo um pouco de tanta planta que eu tenho lavado. Imagina só a situação: você pega um vaso com uma planta de uns 50cm dentro, vira de ponta cabeça e sai aquele torrão de terra com raiz. Aí você bota isso em cima de uma peneira e lava, mas SEM QUEBRAR as raízes. Leva uns 7-8minutos para lavar cada planta e eu tenho que contar o número de tufinhos nas raízes e tenho que pegar uma amostra de cada indivíduo e colocar num potinho e etiquetar e o resto eu coloco num saco de pão e etiqueto e depois eu ainda vou ter que pesar uma por uma e com as amostras nos potinhos, terei que descolorir e depois colorir de azul e depois olhar cada uma no microscópio e contar bolinhas.
Se fossem 10 ou 20 plantas, tudo bem, né? Mas são 150.
E viva a ciência!
As minhas mãos estão até se dissolvendo um pouco de tanta planta que eu tenho lavado. Imagina só a situação: você pega um vaso com uma planta de uns 50cm dentro, vira de ponta cabeça e sai aquele torrão de terra com raiz. Aí você bota isso em cima de uma peneira e lava, mas SEM QUEBRAR as raízes. Leva uns 7-8minutos para lavar cada planta e eu tenho que contar o número de tufinhos nas raízes e tenho que pegar uma amostra de cada indivíduo e colocar num potinho e etiquetar e o resto eu coloco num saco de pão e etiqueto e depois eu ainda vou ter que pesar uma por uma e com as amostras nos potinhos, terei que descolorir e depois colorir de azul e depois olhar cada uma no microscópio e contar bolinhas.
Se fossem 10 ou 20 plantas, tudo bem, né? Mas são 150.
E viva a ciência!
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