No ultimo horario de aula de natacao que eu dou nas tercas-feiras, eu tenho duas alunas de 4 anos: a Mason, que e um terror e fica dando canhao na agua, e a Velvet-Rain, que sempre esta quieta e tem um pouco de medo e e bem fraquinha e gordinha.
Enfim, ontem as duas chegaram para a aula e a Mason se jogou na agua de cabeca, sem problemas, voltou pra superficie sorrindo. A Valvet, por outro lado, colocou a boia e foi andando devagarzinho para a beira da piscina, e eis que ela pisa na unica fresta que tem no ralo do filtro, enfia metade da perna no buraco do filtro, se desequilibra, cai com a cabeca e os bracos dentro da piscina, e fica dom a bunda e as costas (com a boia) pra fora da agua!
Eu fui la ajudar, tirei ela da piscina e devolvi para a mae resolver o choro. Ela nao se machucou, mas se fosse eu eu choraria tambem, foi patetico e essas quedas lentas sao as piores... Depois ela voltou, tudo bem, sem problemas.
Na hora eu lidei bem com a situacao, resolvi e abracei ela e tentei consolar e passei pra mae. Depois, quando eu estava contando para o Troy e agora, escrevendo o email, eu nao consigo parar de dar risada.
Eu, particularmente, acho que tudo comecou a dar errado quando os pais dela deram esse nome pra coitada. Veludo-Chuva nao 'e nome.
Beijos,
Mari
quarta-feira, 30 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
A barreira dos 2.25km
Desde o meio de fevereiro eu tenho ido para o treino de natação duas vezes por semana, e só faltei uma vez. Isso quer dizer que por mais que pareça que eu nade desde o início dos tempos e que seja a coisa mais corriqueira da minha vida, só fui até agora a 8 treinos. Mas vocês devem entender, pois acho que ninguém nunca tentaria dizer que as coisas que eu penso passam sempre pelo caminho lógico.
Como a estatística é parte integral da minha vida, depois de cada treino eu anotei a distância que nadei e o tempo que levou e a distância completa do treino (porque eu nunca consigo nadar rápido o suficiente pra terminar o programa).
No primeiro dia, foram 1.9km de sofrimento, enjôo e vertigem. No segundo dia, 2.1. Aí eu entrei no 2.25 e encalhei. Pra me motivar, um dia eu fiquei até mais tarde para terminar o treino todo (2.65 naquele dia específico), mas adivinha quanto eu fiz em uma hora? 2.25.
Ontem eu consegui, com muito esforço, nadar 2.3km. Fico pensando se eu tenho uma barreira fisiológica natural que me impede de nadar mais ou se eu acostumei a nadar num certo ritmo e na verdade não tem problema algum, se eu entrar no esquema de nadar até passar mal como no primeiro dia, eu posso terminar o treino. Não sei.
Problemas sérios como este normalmente ocupam o terceiro ou quarto nível de pensamento na minha cabeça. O primeiro é ocupado com o que eu realmente estou fazendo, o segundo com a lista de afazeres do dia e as refeições, o terceiro, normalmente com assuntos domésticos ou pessoais, como os peixinhos, plantas, lavar roupas, fazer amigos e tal, e o quarto com dilemas desnecessários.
Acho que é por isso que eu tenho tanta facilidade de falar coisas desconexas.
Como a estatística é parte integral da minha vida, depois de cada treino eu anotei a distância que nadei e o tempo que levou e a distância completa do treino (porque eu nunca consigo nadar rápido o suficiente pra terminar o programa).
No primeiro dia, foram 1.9km de sofrimento, enjôo e vertigem. No segundo dia, 2.1. Aí eu entrei no 2.25 e encalhei. Pra me motivar, um dia eu fiquei até mais tarde para terminar o treino todo (2.65 naquele dia específico), mas adivinha quanto eu fiz em uma hora? 2.25.
Ontem eu consegui, com muito esforço, nadar 2.3km. Fico pensando se eu tenho uma barreira fisiológica natural que me impede de nadar mais ou se eu acostumei a nadar num certo ritmo e na verdade não tem problema algum, se eu entrar no esquema de nadar até passar mal como no primeiro dia, eu posso terminar o treino. Não sei.
Problemas sérios como este normalmente ocupam o terceiro ou quarto nível de pensamento na minha cabeça. O primeiro é ocupado com o que eu realmente estou fazendo, o segundo com a lista de afazeres do dia e as refeições, o terceiro, normalmente com assuntos domésticos ou pessoais, como os peixinhos, plantas, lavar roupas, fazer amigos e tal, e o quarto com dilemas desnecessários.
Acho que é por isso que eu tenho tanta facilidade de falar coisas desconexas.
domingo, 20 de março de 2011
Festival na William Street
Ontem a rua perpendicular à minha foi fechada das 10 às 4 da tarde para um festival, com barracas de comida, vendendo roupas e todo tipo de tranqueiras. Pra ser mais simples, feirinha. Foi legal dar uma volta lá, comprei um vestido por $25 muito legal e também uma pashmina vermelha por $15. Bom porque agora que o Troy terminou de colocar o meu armário, e eu tive oportunidade de ver tudo o que eu tenho um por um, eu percebi que mais da metade das roupas que eu tenho são grandes demais ou velhas demais ou simplesmente estranhas, então eu vou fazer uma boa limpa e pensar melhor antes de comprar as próximas coisas.
Outra coisa que aconteceu ontem foi que eu bati o carro. Por total desatenção, e bem devagarinho. Eu estava conversando (parada no farol vermelho) com a Gail depois de trabalhar na feira e ela me pediu um papel. O farol virou verde, eu virei pro bolso da minha porta pra pegar o caderninho, vi os dois carros ao meu lado partirem e eu botei primeira e saí devagar. Só que sem olhar, e a menina na minha frente não partiu.
Então eu tenho que pagar o meu premium do seguro pra ter o carro dela (que nem era dela), um corsa 1993 consertado. Só amassou o pára-choques, mas mesmo assim é um absurdo de caro. Todo servi;co aqui é um absurdo de caro. Enfim, talvez faça eu ficar mais esperta. Quem sabe?
No mais tudo bem, fui ao cinema ver um filme muito bom e muito triste na quinta, espanhol, chamado Celda 211 (Cela 211); e na sexta eu saí com a Bonnie aqui da faculdade, que está ficando mais minha amiga.
Tese, tese, tese, tédio, tese.
Outra coisa que aconteceu ontem foi que eu bati o carro. Por total desatenção, e bem devagarinho. Eu estava conversando (parada no farol vermelho) com a Gail depois de trabalhar na feira e ela me pediu um papel. O farol virou verde, eu virei pro bolso da minha porta pra pegar o caderninho, vi os dois carros ao meu lado partirem e eu botei primeira e saí devagar. Só que sem olhar, e a menina na minha frente não partiu.
Então eu tenho que pagar o meu premium do seguro pra ter o carro dela (que nem era dela), um corsa 1993 consertado. Só amassou o pára-choques, mas mesmo assim é um absurdo de caro. Todo servi;co aqui é um absurdo de caro. Enfim, talvez faça eu ficar mais esperta. Quem sabe?
No mais tudo bem, fui ao cinema ver um filme muito bom e muito triste na quinta, espanhol, chamado Celda 211 (Cela 211); e na sexta eu saí com a Bonnie aqui da faculdade, que está ficando mais minha amiga.
Tese, tese, tese, tédio, tese.
domingo, 13 de março de 2011
Capa de revista

OK, estou mentindo, não fui capa de revista. Mas eu estou aí, na imagem, no alto e na esquerda, junto com a Gail vendendo bolos na feira. Só consegui scannear um pedacinho da imagem para colocar no blog, mas é o melhor pedaço :)
Umas 3 semanas atrás veio um cara, fotógrafo da revista "Spice" (http://www.spicemagazine.com.au/) pra fazer uma matéria sobre a feira, e tirou um monte de fotos nossas.
Não estou ficando famosa pela pesquisa de doutorado, mas e daí? Tenho certeza que meus pais vão morrer de orgulho mesmo assim!
Beijos,
Mari
domingo, 6 de março de 2011
Tinta fresca

Agora, sim! Terminei de pintar o meu quarto, e ao invés de escolher cores pastel, tranquilas e calmas, eu escolhi cores animadas e divertidas. Sim, pintei o meu quarto de laranja! Agora dá pra instalar o armário na parede e tirar as minhas roupas das caixas e reorganizar tudo! Tá quase terminada a saga...
Ontem o pai dum amigo do Troy veio em casa trazer um sofá que eles tinham a mais, e é super confortável e combina com a sala, então foi ótimo! Veio ele e o sogro dele, os dois fazendeiros, e botaram o sofá e as poltronas na sala. Só preciso limpar eles agora e mover todos os móveis 10 vezes até descobrir o melhor jeito.
O Troy também veio ontem, voltou da viagem que ele fez para Melbourne, onde ficou uma semana. Uma semana demorou bastante, e no final tivemos um susto enorme, porque a carona dele em Melbourne para o aeroporto errou o caminho e quase que ele perde o avião... Mas chegou na hora e agora eu estou mais contente :)
Um ótimo dia pra todo mundo do lado de lá!
terça-feira, 1 de março de 2011
Ahmm...





Entre 9h00 e 13h00 hoje eu li cinco artigos sobre remobilização de P nas plantas. Isso ajuda na elaboração de um dos capítulos da minha tese, mas não ajuda o meu estado mental. Atualmente, aflição por ter coisas demais pra fazer está sendo comum. E em resposta, minha mente manda uma letargia completa, o branco mais branco do mundo, e muito, mas muito sono.
Nas fotos que eu finalmente consegui copiar para o computador, a minha geladeira nova; a parede do meu quarto no estágio 1 de 4 de pintura (parece que tem catapora, e é porque eu tapei todos os buraquinhos nela com Polyfilla, que é a melhor invenção do mundo. Uma das.), a Stella, cachorra da qual eu cuido quando os meus amigos vão viajar, o sol de 34 graus às 6h30 da manhã e a casa dos meus sonhos, que coincidentemente é na minha rua :) Claro, fora de ordem.
A natação vai bem, tanto o treino do qual eu estou participando quanto as aulas que eu dou para as crianças. Ontem uma mãe miserável veio me dar bronca por perder tempo ajustando os óculos de nadar do filho dela. Tem dessas coisas. Mas a maioria das experiências é positiva, e eles são engraçados. Pena que eu não posso brincar com as crianças que eu realmente gostaria de brincar, a Bê, Bibi, Laurinha, João, Lucca, Aninha... Vou deixar essas pro meu pai jogar pro alto.
Ontem acabou a luz em casa (ficou desligada por 9 horas) e um dos peixinhos morreu. Ainda fico triste toda vez. Bem triste. Mas eu parei de enterrar eles. Era um tuxedo. Dessa vez eu fui rápida o suficiente e a Claire (que é um peixe macho, mas e daí?) não foi comer o peixinho. A Claire come lixo e ela briga com todo mundo no aquário também.
Em Setembro vai ter um congresso aqui em Perth e o Troy falou pra eu colocar no meu orçamento o hotel (que fica a 5 minutos de carro da minha casa) e eu falei com o meu orientador e ele achou uma ótima idéia, pra eu poder interagir mais com os demais participantes. Ah, Austrália! O hotel custa 300 dólares por noite, e eu vou ficar lá 5 noites. Espero que os lençóis sejam feitos de ouro e que o chuveiro gaste metade da água da cidade (culpa, sempre). Tudo para não ter que arrumar a cama por uma semana (e pra comer café da manhã de hotel!).
Ah, é, e a minha visão melhorou de novo. Depois de ter melhorado muito até ficar perfeita, ela tinha começado a piorar e eu fui no médico e ele me deu um colírio pra pingar duas vezes por dia. É que depois da cirurgia meu corpo resolveu cicatrizar o "dano" causado pelo laser, cobrindo a córnea com excesso de epitélio. Aí o colírio impede que isso ocorra, e em duas ou três semanas o corpo esquece que tinha qualquer coisa errada. Espero que dê certo.
É isso por enquanto. Emails contando a vida de vocês são bem-vindos.
Beijos,
Mari
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Jantar no Balthazar e jantar em casa
Não sei se eu comentei em algum canto, mas uma das minhas resoluções deste ano é de cozinhar mais receitas novas. Fiquei pensando na quantidade de livros de receitas que eu tenho e nos programas de tv que eu vejo e no fim das contas, eu sempre acabo fazendo o que é mais fácil, o que eu sei que dá certo.
Por enquanto tem ido super bem, mesmo que a "receita" seja só modificar um tempero, eu estou inventando mais na cozinha. Estou inclusive experimentando com alguns ingredientes que eu nunca tentaria usar antes, como lula, por exemplo. E às vezes eu compro alguma coisa diferente pra cozinhar ao redor dela ou compro batatas e digo que eu prometo (e cumpro!) usar as batatas de forma nunca antes testada.
Mas o texto de hoje não é sobre isso. É sobre dois outros jantares, onde eu não cozinhei.
O primeiro foi no sábado passado, eu e o Troy resolvemos destruir a conta bancária indo num restaurante que eu acho que está no top 5 daqui de Perth, e é onde a irmã dele é chef. Ela não estava trabalhando lá no dia em que a gente foi, infelizmente, mas ela deixou os outros chefs avisados e do momento em que a gente pisou lá até sairmos, fomos incrivelmente bem servidos, e pra falar a verdade, não escolhemos praticamente nada do que comemos e bebemos, a não ser pelo prato principal.
O menu foi assim:
Ao chegar, sentamos no bar, e o Troy pediu uma taça de champanhe pra ele e eu tomei um drinque delicioso chamado Faulty Tower (com manjericão). Aí eles trouxeram um prato com presunto parma e parmesão e rúcula baby, sem nem perguntar nada. Quando a gente terminou essa entrada, sem pedir nada de novo, o garçom apareceu com uma outra entrada, com quatro tipos de comidas pequenininhas, uma era tipo um bolinho de carne super chique, uma tâmara recheada de patê (tá, isso eu achei meio estranho), um falafel e um bolinho de bacalhau. Tudo com a melhor apresentação e tempero do mundo.
Achei que as surpresas ficariam por aí, mas não! Em seguida trouxeram vieiras; cada uma sentadinha em um purê em uma colher de sopa. Duas com purê de batata e duas com purê de abacate.
Mudamos do bar para a mesa de jantar e eu já estava bem satisfeita. O Derek, o garçom, trouxe então uma terrine de carne co codorna. É carne moída crua com uma gema de codorna em cima e você mistura tudo e come com Lavosh, tipo uma torrada. Eu já tinha comido kibe cru várias vezes, mas essa terrine superou muito a minha expectativa. O tempero de tudo era maravilhoso!
Aí escolhemos os pratos principais; o Troy pediu um peixe com trigo temperado e vagem, que estava bom, mas não delicioso como o meu peito de pato no molho madeira servido com um ravioli de perna de pato assada. Mmmm! Sem dúvida entre as melhores coisas que eu já comi na vida!
Eu não queria mais nada depois disso, mas o Troy pediu uma sobremesa para mim; uma torta de maracujá com cobertura crocante de figo e mais várias coisinhas boas no prato. Eu quase morri de tanta comida boa! E pra cada coisa, o Derek trazia também um vinho especial para acompanhar, e um vinho licorado no fim de tudo.
Achei que eu ia deixar o meu carro lá para pagar, mas eles cobraram tudo errado da gente, de propósito. Eles "esqueceram" todas as entradas e metade das bebidas da conta. Foi muito, muito legal fazer um programa assim, especial.
O outro jantar do qual eu quero falar foi ontem, com Letícia, Danilo, Bruno, eu e o Troy na minha casa. Eu dei aula até as 6 da tarde e aí fui buscar a Letícia e o Danilo e o Bruno encontrou a gente em casa. Quando eu cheguei lá, o Troy já tinha organizado tudo para cozinhar (tudo picado e temperado e pronto pra botar no fogo, e aí a gente ficou batendo papo e ele mesmo cozinhou. Purê de batata com alho, cebola e bacon fritinhos, verduras estilo oriental (com molho de ostra e shoyu e pimenta) e cordeiro com cominho e iogurte (um corte que chama cutlet, e parece uma costelinha com uma bolinha de carne associada). Foi uma delícia; eu nem tive que fazer nada, porque depois do Troy cozinhar tudo, a Letícia lavou toda a louça! Ah, e sorvete de sobremesa! Mmmm!
Então é isso. Chega de descrições gastronômicas. Acho que dá pra todo mundo perceber que eu estou me alimentando bem por aqui :)
Beijos!
Por enquanto tem ido super bem, mesmo que a "receita" seja só modificar um tempero, eu estou inventando mais na cozinha. Estou inclusive experimentando com alguns ingredientes que eu nunca tentaria usar antes, como lula, por exemplo. E às vezes eu compro alguma coisa diferente pra cozinhar ao redor dela ou compro batatas e digo que eu prometo (e cumpro!) usar as batatas de forma nunca antes testada.
Mas o texto de hoje não é sobre isso. É sobre dois outros jantares, onde eu não cozinhei.
O primeiro foi no sábado passado, eu e o Troy resolvemos destruir a conta bancária indo num restaurante que eu acho que está no top 5 daqui de Perth, e é onde a irmã dele é chef. Ela não estava trabalhando lá no dia em que a gente foi, infelizmente, mas ela deixou os outros chefs avisados e do momento em que a gente pisou lá até sairmos, fomos incrivelmente bem servidos, e pra falar a verdade, não escolhemos praticamente nada do que comemos e bebemos, a não ser pelo prato principal.
O menu foi assim:
Ao chegar, sentamos no bar, e o Troy pediu uma taça de champanhe pra ele e eu tomei um drinque delicioso chamado Faulty Tower (com manjericão). Aí eles trouxeram um prato com presunto parma e parmesão e rúcula baby, sem nem perguntar nada. Quando a gente terminou essa entrada, sem pedir nada de novo, o garçom apareceu com uma outra entrada, com quatro tipos de comidas pequenininhas, uma era tipo um bolinho de carne super chique, uma tâmara recheada de patê (tá, isso eu achei meio estranho), um falafel e um bolinho de bacalhau. Tudo com a melhor apresentação e tempero do mundo.
Achei que as surpresas ficariam por aí, mas não! Em seguida trouxeram vieiras; cada uma sentadinha em um purê em uma colher de sopa. Duas com purê de batata e duas com purê de abacate.
Mudamos do bar para a mesa de jantar e eu já estava bem satisfeita. O Derek, o garçom, trouxe então uma terrine de carne co codorna. É carne moída crua com uma gema de codorna em cima e você mistura tudo e come com Lavosh, tipo uma torrada. Eu já tinha comido kibe cru várias vezes, mas essa terrine superou muito a minha expectativa. O tempero de tudo era maravilhoso!
Aí escolhemos os pratos principais; o Troy pediu um peixe com trigo temperado e vagem, que estava bom, mas não delicioso como o meu peito de pato no molho madeira servido com um ravioli de perna de pato assada. Mmmm! Sem dúvida entre as melhores coisas que eu já comi na vida!
Eu não queria mais nada depois disso, mas o Troy pediu uma sobremesa para mim; uma torta de maracujá com cobertura crocante de figo e mais várias coisinhas boas no prato. Eu quase morri de tanta comida boa! E pra cada coisa, o Derek trazia também um vinho especial para acompanhar, e um vinho licorado no fim de tudo.
Achei que eu ia deixar o meu carro lá para pagar, mas eles cobraram tudo errado da gente, de propósito. Eles "esqueceram" todas as entradas e metade das bebidas da conta. Foi muito, muito legal fazer um programa assim, especial.
O outro jantar do qual eu quero falar foi ontem, com Letícia, Danilo, Bruno, eu e o Troy na minha casa. Eu dei aula até as 6 da tarde e aí fui buscar a Letícia e o Danilo e o Bruno encontrou a gente em casa. Quando eu cheguei lá, o Troy já tinha organizado tudo para cozinhar (tudo picado e temperado e pronto pra botar no fogo, e aí a gente ficou batendo papo e ele mesmo cozinhou. Purê de batata com alho, cebola e bacon fritinhos, verduras estilo oriental (com molho de ostra e shoyu e pimenta) e cordeiro com cominho e iogurte (um corte que chama cutlet, e parece uma costelinha com uma bolinha de carne associada). Foi uma delícia; eu nem tive que fazer nada, porque depois do Troy cozinhar tudo, a Letícia lavou toda a louça! Ah, e sorvete de sobremesa! Mmmm!
Então é isso. Chega de descrições gastronômicas. Acho que dá pra todo mundo perceber que eu estou me alimentando bem por aqui :)
Beijos!
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